Arquitetura e Urbanismo
domingo, 2 de novembro de 2014
Galeria Miguel Rio Branco
O pavilhão, que lembra a forma de um navio encalhado, guarda instalações incríveis. A arquitetura surpreende pelo fato de passar a sensação de uma caixa bem pesada, tão levemente sustentada e quase pendente. São criados caminhos de subida e descida por escadas para se chegar às obras.
A visita começou com as fotos da série Maciel, feitas no Pelourinho. A parte superior das paredes da sala, com certa transparência, além da falta de outros elementos nesta instalação, contribuem para o destaque das imagens.
Seguindo a visita, no outro pavimento, “Entre os olhos o deserto”, possibilita uma total imersão nos olhos projetados, que são ainda mais carregados de emoção pela música instrumental. A sala escura, o conforto da poltrona, além do isolamento dessa instalação, contribuem para essa imersão. O espaço arquitetônico, que não permite comunicação com o exterior e conduz o trajeto do visitante, ajuda na construção de certas conexões entre as obras e tenta induzir a perca da noção de tempo.
Dividindo o mesmo espaço amplo, as obras “Diálogos com Amaú” e “Tubarões de Seda”, finalizaram a visita. A primeira retrata cenas fortes encontradas no Brasil, como prostituição e lixões. Cenas estas são projetadas em tecidos que criam uma ambiência e são completadas pelo áudio com falas e música. A segunda, também criando um ambiente a partir de tecidos, o faz de uma forma mais densa, em várias camadas. As imagens de tubarões nos tecidos, que não são projeções como na instalação vizinha, a partir das transparências e da fluidez, finalizam a intenção de Miguel Rio Branco de mergulhar o espectador em sua obra.
A visita começou com as fotos da série Maciel, feitas no Pelourinho. A parte superior das paredes da sala, com certa transparência, além da falta de outros elementos nesta instalação, contribuem para o destaque das imagens.
Seguindo a visita, no outro pavimento, “Entre os olhos o deserto”, possibilita uma total imersão nos olhos projetados, que são ainda mais carregados de emoção pela música instrumental. A sala escura, o conforto da poltrona, além do isolamento dessa instalação, contribuem para essa imersão. O espaço arquitetônico, que não permite comunicação com o exterior e conduz o trajeto do visitante, ajuda na construção de certas conexões entre as obras e tenta induzir a perca da noção de tempo.
Dividindo o mesmo espaço amplo, as obras “Diálogos com Amaú” e “Tubarões de Seda”, finalizaram a visita. A primeira retrata cenas fortes encontradas no Brasil, como prostituição e lixões. Cenas estas são projetadas em tecidos que criam uma ambiência e são completadas pelo áudio com falas e música. A segunda, também criando um ambiente a partir de tecidos, o faz de uma forma mais densa, em várias camadas. As imagens de tubarões nos tecidos, que não são projeções como na instalação vizinha, a partir das transparências e da fluidez, finalizam a intenção de Miguel Rio Branco de mergulhar o espectador em sua obra.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Arquitetura e Prototipagem Rápida
O conjunto de tecnologias, como CNC laser, fresa, impressora 3D, que compõem a prototipagem rápida, significa uma mudança no que diz respeito ao trabalho do arquiteto. O profissional deve se inserir no meio tecnológico, entender como essas novas ferramentas funcionam e dominá-las, para fazer delas um facilitador do trabalho, não um obstáculo. A prototipagem rápida permite que os modelos criados sejam materializados e testados em poucos minutos, com baixo custo e poupando matéria prima. Além da agilidade, essa tecnologia oferece grande precisão e qualidade dos protótipos. Porém, é necessario um grande cuidado, já que é frequente a limitação da criatividade e a perda de possibilidades pelo uso das ferramentas mencionadas. O ideal seria criar uma "arquitetura virtual”, interativa, que abra possibilidades, que não caia na reprodução prescrita do que é apenas digital.
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
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